terça-feira, 10 de junho de 2014

Cientistas portugueses criam jogo para ajudar crianças autistas

Cientistas portugueses criam jogo para ajudar crianças autistas (vídeo)

Publicado a 09 JUN 13 às 15:14

O jogo visa ser uma ferramenta terapêutica para ensinar crianças autistas a reconhecer as emoções transmitidas pelas expressões faciais de um modo divertido e sem indução de stress.



·         A jornalista Ana Maria Ramos explica os detalhes deste jogo que pode ajudar as crianças autistas


O jogo de vídeo, chamado LIFEisGAME, foi desenvolvido com base em nova tecnologia a três dimensões e pretende ajudar as crianças com autismo a reconhecer emoções (ver vídeo de demonstração).
DR/Universidade do Porto

LIFEisGAME
Em declarações à TSF, Verónica Orvalho, especialista argentina radicada em Portugal que lidera a equipa de investigadores da Universidade do Porto, explica que a ideia é que as crianças consigam aprender de um modo divertido e sem indução de stress a reconhecer as emoções transmitidas pelas expressões faciais.
O projeto da equipa multidisciplinar de investigadores em Ciências de Computadores e Ciências da Saúde da Universidade do Porto demorou três anos a ser desenvolvido.
Contou com o contributo de especialistas da Faculdade de Psicologia e de associações como a Criar, que ajudaram a equipa de investigadores a desenvolver esta tecnologia.
O protótipo do novo jogo representa um investimento superior a 230 mil euros, foi apoiado por várias instituições desde a Universidade do Porto, mas também pela Universidade do Texas e da Microsoft.
O jogo de vídeo conta já com 170 interessados em conhecer esta nova ferramenta de trabalho, que vai ser apresentada na próxima terça-feira no auditório da Faculdade de Ciências do Porto.


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Os Planos de Saúde são obrigados a arcar com todo tratamento em casos de crianças com autismo.

O artigo  "Luta contra o autismo: a batalha de dona Emília"  reproduzido abaixo  do comentário postado no Facebook pelo escritor Cristiano Camargo, diagnosticado como autista aos 41 anos, mostra que temos opções para buscar ajuda para nossos filhos, basta aprender a exercer nossos direitos. 
Mas o que mais me chamou a atenção foi a beleza e sensibilidade do comentário do escritor sobre sua visão sobre A LUTA CONTRA O AUTISMO: 




Vira e mexe encontro em artigos espalhados pelo Facebook, falando em "luta contra o Autismo" .Não é luta contra o Autismo, gente...o Autismo não é o inimigo a combater, canso de falar a mesma coisa zilhões de vezes e as pessoas continuam falando a mesma coisa!É a luta pelo Autismo, a luta para favorecer o amadurecimento dos autistas, para orientar o amadurecimento deles para a independência, autonomia,sociabilidade(e com tudo isto, inseridos na sociedade, continuam autistas como devem ser sempre!), a única luta "contra" de ve ser contra os verdadeiros inimigos dos autistas:preconceito, intolerância, incompreensão,exclusão,rejeiçã social, estigmas sociais.Por favor, não reforcem s preconceitos contra o Autismo falando em "luta contra o Autismo", isto cria estigmas sociais contra eles !E quando se fala em "lutar contra o Autismo", na verdade se fala em "lutar contra os Autistas", ou seja, tentar transformá-los em neurotípicos("normais") e impedi-los de nascer, para que fiquem só neurotípicos no mundo o que é uma idéia eugenista muito perigosa, de "pureza da raça".O objetivo da luta das famílias de Autistas não é, nem deve ser este, e sim, a inserção e inclusão por mérito e admiração, dos autistas na sociedade, para que sejam independentes, autônomos e sociáveis, e para que autistas e neurotípicos tenham uma relação harmônica , respeitosa e de igual para igual!
Então vamos falar de luta pelo Autismo e ajudar o Autismo a vencer todas as barreiras que esta sociedade doente e exclusiva coloca na vida deles !
Se o Autismo vencer, os Autistas também vencerão !

Cristiano Camargo
http://www.jornaldiadia.com.br/
Artigos e Opiniões | Publicada em 20/05/2014 às 08:43:28h
Luta contra o autismo: a batalha de dona Emília



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Os Planos de Saúde são obrigados a arcar com todo tratamento, incluindo medicamentos e terapias, em casos de crianças diagnosticadas com autismo. Esta boa notícia aos usuários da saúde privada foi reiterada recentemente pela decisão do Juiz Gustavo Alexandre da Câmara Leal Belluzzo, da Sétima Vara Civil, do fórum de São Jose dos Campos, São Paulo. Ele concedeu liminar neste sentido a uma família, após a Unimed negar parte do tratamento prescrito pelo médico de uma criança de três anos. Inicialmente, a operadora autorizou apenas 12 sessões das terapias, se recusando a cobrir o restante do tratamento.

Após receber a negativa da operadora, a mãe da criança não hesitou em procurar o apoio da Justiça, exigindo o tratamento solicitado pelo médico, a base de medicamentos, exames para acompanhamento e terapias de fonoaudióloga, ocupacional e psicologia. É notório que uma criança diagnosticada com autismo precisa de uma atenção especial, com base em tratamento complexo, especializado e principalmente de médio e longo prazo, portanto sem limite de sessões de terapias.
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida e que exige atenção continua. Ele afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação. Seu grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.
A medicina entende que o seu tratamento deve ser introduzido por uma equipe multidisciplinar, logo após o diagnóstico. Não existe uma intervenção padrão que possa ser utilizada, pois cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. 
Os planos de saúde, na forma contratual, devem custear todo tratamento e medicamentos necessários, incluindo fisioterapia, fonoaudiologia, consultas médicas com especialistas e psicólogos. Nos casos em que esse direito não é assegurado, a medida correta é fazer como Emília Ract, mãe da criança diagnosticada recentemente: buscar os seus direitos na Justiça.
Emília passou por uma situação que infelizmente muitas pessoas vivenciam quando mais precisam dos planos: falta de atendimento, negativa de exames e outros problemas, mas em nenhum momento se acomodou. Buscou a Justiça e teve os seus direitos restituídos num prazo de apenas 24 horas. Agora segue a rotina de ajudar a filha a superar esse problema de saúde, mas com a certeza e a recompensa de que o seu esforço está valendo a pena.  
Gabriela Guerra é advogada no escritório Porto, Guerra & Bitetti, especializada em Direito à Saúde. 
Contato para entrevistaGabriela GuerraPorto, Guerra & Bitetti Advogados
Av. Giovanni Gronchi, 1294 - Morumbi
Cep. 05651-001 São Paulo/SP
Tel: 955808791
www.pgb.adv.br


Por: Gabriela Guerra 

domingo, 25 de maio de 2014

Slow Cow - bebida antienergética


A SLOW COW é  uma bebida à base de substâncias calmantes que promete ajudar as pessoas a relaxar.
O produto é uma espécie de "antienergético": sua embalagem e até o sabor são semelhantes aos das bebidas estimulantes à base de cafeína, mas o objetivo é provocar o efeito oposto. O público-alvo da bebida, que tem a cor azul, também é jovem.
A bebida, canadense, foi batizada de Slow Cow e é feita com substâncias conhecidas por suas propriedades relaxantes: camomila, maracujá, melissa, capim-limão, valeriana, tília, lúpulo e chá-verde.
Não tem taurina, inositol, glúten, álcool ou derivados do leite.

www.slowcow.com.br/