domingo, 26 de março de 2017

Café com Conhecimento - Entrevista com Naturopata e Homeopata Carlos Lazarotto

No Café com Conhecimento de hoje fizemos algumas perguntas para o Naturopata e Homeopata Carlos Lazarotto que trabalha com questões neurofuncionais.
Telefone para contato :11-2277-5909

1.O que é a eletromedicina, e como ela funciona?
Um dos pontos positivos da eletromedicina é que não há necessidade de saber o nome científico do patógeno em questão. As ondas de eletrificação direcionada vibram na mesma frequência do parasita e então elas destroem o parasita dentro do organismo.  As ondas podem ser sonoras, de energia fotônica, ou outras.

2.O que é e como funciona a tecnologia de eletrificação do sangue do Dr. Beck?
A média dos adultos tem 5 a 6,5L de sangue dentro do organismo, isso faz com que nós tenhamos a capacidade de abrigar patógenos hostis e suas mutações.
O sangue passa por determinados pontos do corpo, onde coloca-se um estímulo elétrico bifásico suave por um tempo determinado, induzindo confortavelmente 50 microamperes de eletricidade  no sangue, através da pele.
Quando o pulsador eletromagnético é ativado ele “libera” estes patógenos hostis na corrente sanguínea e libera cargas capazes de matá-los.
Esta tecnologia aborda de forma elegante e rápida, doenças conhecidas e desconhecidas, patogênicos microscópicos de todas as formas.
O Dr. Beck, havia feito pesquisas com centenas de pessoas com doenças infecciosas, usando esta tecnologia com grandes vantagens. A eletrificação usada desta maneira já foi redescoberta e relatada muitas vezes ao longo dos anos, mas a medicina moderna a desacredita.
O método do Dr. Beck utiliza quatro elementos distintos e complementares:
-  pulsação eletromagnética nos órgãos;
-  eletrificação sanguínea;
-  prata coloidal; e,
-  água ozonizada.

3.O que é o kit de eletromedicina da companhia canadense SOTA, e como ele ajuda a criança do espectro?
É uma das melhores versões já fabricadas do protocolo de quatro elementos da proposta do Dr. Beck.
Ajuda a criança a limpar o organismo dos parasitas microscópicos e a remover as toxinas que infestam as crianças. À medida que eles vão se desintoxicando, passam a utilizar melhor o seu meio de defesa, recuperam a funcionalidade do seu organismo.

4.Existem outros dispositivos que utilizam, com segurança, corrente elétrica no corpo?
Sim, existem estimuladores musculares operando  entre 1 e 130 Hertz, que aliviam a dor, reduzem espasmos, edemas, tonificam músculos fracos e ajudam no processo de cicatrização.
As unidades TENS (Neuroestimulação transcutânea elétrica) operam entre 80 e 90 hertz, utilizadas para alívio da dor.
Existem também Unidade de terapia interferencial, biofeedback, estimuladores de crescimento ósseo, estimuladores cerebrais profundos. Todos estes são aparelhos que utilizam com segurança impulsos elétricos no organismo.

5.Este uso da eletricidade para a saúde é um novo conceito?
De forma alguma, o uso médico mais antigo da eletricidade, ocorre em cerca de 46 D.C. com o uso do peixe elétrico para tratamento de Gota. Benjamin Franklin já utilizava a eletricidade. Em Minneapolis existe o museu de Bacon de eletromedicina. Portanto existem diversas pesquisas sobre o uso da eletricidade e a verdade é que esta prática vem sendo usada desde os primórdios da humanidade.

6.Quais tratamentos poderiam ser considerados associáveis à naturopatia e quais seriam antagônicos? E por que?
A Naturopatia é uma espécie de guarda-sol bem amplo que envolve todos os processos naturais não invasivos que possam ajudar o organismo a resolver um desequilíbrio ou uma crise e restaurar as funções normais do organismo, agindo lado a lado com o sistema imunológico e nunca contra ou em supressão a este. Engloba: nutrição e dieta, homeopatia, fisioterapia, desintoxicação e drenagem, eletromedicina, suplementação nutricional, coaching de saúde, etc. Desta forma tudo que é natural e que trabalha em favor do organismo das formas especificadas anteriormente, é compatível à naturopatia, e tudo que não se associa a isto, é antagônico.

7.O que são terapias fotônicas e como elas podem ajudar no caso de uma criança do espectro autista?
São frequências harmônicas de espectro amplo que promovem a regeneração dos organismos milicelulares e até subcelulares como as mitocôndrias. Esta energia fotônica que sustenta a vida e que existe em todos os seres vivos, é efetivamente administrada por uma energia ionizada de gases nobres e por ondas de energia que tem  penetração profunda, “carregando as baterias” das células doentes e células que estão morrendo, utilizando megafrequências cuidadosamente elaboradas e sequencialmente posicionadas. Como resultado existe uma recepção harmônica das células do corpo que restabelece as frequências vibracionais e o estado de energia harmônica de cada célula do corpo, desvitaliza os patogênicos, remove bloqueios de tecidos e desintoxica
o corpo.

8.O que são as terapias eletromagnéticas como elas podem ajudar no caso de uma criança do espectro autista?
Não há muita diferença entre as frequenciais, porém trabalha-se com  impulsos direcionados a determinados tecidos e órgãos.

9.O que são as terapias frequenciais e como elas podem ajudar no caso de uma criança do espectro autista?
Estes tratamentos são principalmente baseados no método de Raymond Rife e são frequências que estão basicamente direcionadas a explodir o exoesqueleto protéico dos agentes patogênicos : fungos, vírus, protozoários e bactérias,  em qualquer parte do organismo. E encontra tudo aquilo que é conhecido ou desconhecido diante da frequência de onda sonora que vibra na mesma frequência de onda que aquela capa protéica que envolve determinado vírus ou bactéria. É uma frequência de som regulada para matar patógenos microscópicos. A idéia é de que cada ser vivo tem sua própria frequência de ressonância, bem como as células do corpo e aquele patogênico específico. Trabalhamos com a mesma frequência de onda que tem o seu exoesqueleto. Iisso vai vibrar o patógeno até que sua estrutura seja desestabilizada. Isto acontece mais ou menos como um cantor quebra a taça de vidro utilizando a mesma frequência de som. A máquina libera frequências pré-programada até que os patógenos específicos sejam mortos e então removidos pelo sistema de limpeza e manutenção do corpo. A maioria das capas celulares são muito fracas e quando a frequência certa as atinge, elas são destruídas. É um procedimento muito seguro, não é tóxico e não tem efeitos colaterais negativos, o único problema é que se a quantidade de patógenos destruídos no começo for muito alta o organismo não consegue eliminá-los completamente.
É uma terapia usada há muitos anos em diversos países como Itália Portugal Estados Unidos e agora aqui no Brasil

10.O que é a medicina e/ou as terapias quânticas, e como elas podem ajudar no caso de uma criança do espectro autista?
A medicina nas terapias quânticas trabalha semelhantemente às eletromagnéticas e frequenciais: nesta parte mais digital da nossa existência e da nossa realidade, indo além da partícula subatômica,  nós entramos então na parte fotônica, além dos prótons e elétrons, que nós estudamos na escola que compõem o átomo, nós estamos saindo da realidade analógica e entrando na realidade digital. A física e a mecânica quântica já vêm trabalhando neste nível há décadas e por isso temos as tecnologias disponíveis hoje em dia. Quando nós usamos na medicina traves quânticas estamos operando a nível digital que é a realidade na qual o organismo também opera.  Todo universo, na parte mais básica de sua estrutura, opera a nível digital - a nível quântico - e as leis e as regras são muito diferentes, mais poderosas e funcionais do que as leis que existem na nossa realidade mais física e bioquímica como nós a conhecemos. Então quando utilizamos certos elementos quânticos manipulando elementos modificadores na área da medicina frequencial nós estamos então tendo certos atalhos poderosos para influenciar na recuperação de uma pessoa com doença e desequilíbrios funcionais como as crianças no espectro autista. Um exemplo é a homeopatia que é uma das formas mais simples de operação a nível quântico; ela praticamente digitaliza os princípios bioativos e faz com que o corpo reconheça esses princípios diretamente a nível quântico.

11.O que é, e como o Brain Tuner (Bio-Tuner), usando– Estimulação Eletrica Transcraniana (EET/CES), pode ajudar uma criança autista? 
A estimulação elétrica transcraniana mexe com a restauração dos elementos químicos a nível cerebral e é uma estimulação elétrica dos instrumentos químicos do cérebro para regular estes elementos. É uma espécie de eletroacupuntura feita diretamente a nível cerebral que estimula os centros nervosos do cérebro e ajuda estes centros nervosos a voltarem a uma posição de calma, equilíbrio, paz, estrutura e gradualmente ajuda o cérebro a entrar em sintonia. Creio que em breve este tipo de terapia poderá ser usado no Brasil com as crianças no espectro autista

12.Você acredita que um zapper mesmo de última geração possa retirar metal pesado do organismo?
O Zapper tem o objetivo de matar eletricamente parasitas, protozoários, fungos, etc. Porém, ao longo dos anos foram construídos diversos tipos de Zapper no mundo, e como todo aparelho tem suas limitações, e foi criado com uma finalidade.
Já no caso dos metais pesados, o Zapper é a ferramenta errada para este fim, já que sua finalidade não engloba este tipo de substância.
Existem formas muito eficazes de remoção de metais pesados do corpo como o pó verde detox contínuo associado às tinturas de coentro, GCMAF e algumas técnicas homeopáticas.

13.Quais são as melhores e mais modernas técnicas e terapias para matar os vírus afetando o nervo vago?
O nervo vago se estende por várias partes do corpo, mas principalmente está diretamente ligado ao plexo solar que é o lugar onde a eletroterapia pode e deve ser concentrada através do uso do pulsador eletromagnético. Pode ser utilizado nesta região para acompanhar o nervo vago até o início na base do cérebro descendo do pescoço até o plexo solar novamente, para alcançar as regiões do coração e pulmões (órgãos vitais) descendo até a região intestinal. Esta terapia específica é muito importante pois o plexo solar é uma região de grande concentração eletromagnética e este processo do pulsador desestabiliza e libera os vírus que estão no corpo e ajudam a liberar o mercúrio, consequentemente metais pesados concentrados na área. Portanto inflamações na área do plexo solar, naturalmente vão afetar o nervo vago

14.Como as inflamações cerebrais afetam o nervo vago?
Uma infecção crônica do vírus no nervo vago pode ser realmente a causa de muitas pessoas estarem com desequilíbrios neurológicos envolvidos em doenças como autismo, fadiga crônica, fibromialgia e outras.
Essa hipótese tem sido defendida por cientistas nos Estados Unidos propondo uma teoria que se apoia no fato de que uma infecção nesse nervo pode ocorrer resultando um estado crônico que prejudica as funções do sistema imunológico e afetando o sistema digestivo e o desenvolvimento sensorial.
Então o nervo vago está diretamente ligado às conexões que o cérebro faz com todo o corpo, principalmente a parte abdominal.
Hoje existem, inclusive, pesquisas que falam a respeito de algumas infecções virais ocorridas durante a gravidez que podem resultar em danos no feto.

15.A infecção viral no nervo vago prejudica a fala, em uma criança autista?  Como?
Uma infecção parasítica no nervo vago, dependendo de onde se localiza, pode influenciar grandemente na capacidade de uma criança autista falar e ela já pode estar em condições mentais de se comunicar verbalmente e ter a palavra na mente que ela gostaria de utilizar no momento, mas a comunicação entre o cérebro através do nervo vago e o mecanismo delicado que compõe a voz humana e que vai emitir o som na modulação certa, através dos músculos que compõem o sistema vocal humano não vai conseguir ser feita e esta criança pode se frustrar e apenas emitir grunhidos . Naturalmente o nervo vago é muito importante neste sentido, então é importante que pesquisas sejam feitas e terapias continuem sendo criadas.

16.O que são os fungos e como erradicá-los eficientemente do organismo?
Fungos são originalmente leveduras que são necessárias à vida humana e trabalham em sinergismo interdependente com bactérias benéficas e bacilos do nosso sistema intestinal e quando há um desequilíbrio bioquímico do intestino algumas dessas leveduras sofrem mutação se transformando em  fungos  que passam para outras regiões do nosso organismo, espalhando através do sangue e criam todo tipo de doença. Não conheço nenhuma outra maneira mais eficiente de acabar com eles do que eletromedicina que é feita de forma sistêmica; um outro tratamento muito bom é feito com resina de Pinho através da fermentação de açúcares no corpo.

17.A homeopatia é uma medicina energética, parente próxima da eletromedicina e da medicina quântica. Como ela pode ajudar a criança da síndrome?
A homeopatia é uma medicina muito poderosa pois leva princípios ativos da natureza para o nível quântico eletromagnético que é o nível que o corpo opera. Por exemplo, o princípio ativo de uma planta é utilizado e levado a nível quântico para o corpo, causando quase zero reações e de importante funcionalidade para crianças no TEA.

18.Quais são os exames que devemos fazer periodicamente durante o tratamento da Naturopatia, com intuito de avaliar os ganhos e possíveis correções, no caso de uma criança autista?
Estes exames não são muito diferentes dos exames a serem feitos pela medicina ocidental, como: alergias alimentares, teste de acidez orgânica, metais pesados na urina e no sangue, glutationa, aminoácidos, enzimas hepáticas, vitaminas A e D, exames regulares de sangue, caseína, metilação, deficiência de vitamina B12, ferritina, tireoide, zinco, cobre, etc. que nos ajudam a monitorar como as intervenções estão funcionando efetivamente além das melhoras visíveis do dia-a-dia.

19. Quais passos, em sequência, seriam importantes para desintoxicar o corpo de uma criança autista?
Normalmente nos nossos protocolos a primeira coisa a ser feita é trabalhar na área gastrointestinal imediatamente. No caso de uma criança com autismo é importante trabalhar a metabolização e o sistema gastrointestinal, pois todas elas têm disfunções gastrointestinais. Uma desintoxicação a nível gastrointestinal naturalmente envolve tratar de parasitas intestinais e fungos que estão se espalhando pelo corpo: este seria o primeiro passo. Além disso, trabalharemos com uma série de processos de apoio com um aspecto dietético removendo tudo que está na alimentação da criança que não deveria estar, removendo a lactose, o glúten, a soja e outros que causam problemas bioquímicos e que contribuem para a intoxicação da criança, portanto segundo passo é a desintoxicação gastrointestinal. Em seguida outras terapias de apoio que trabalharam em vários outros aspectos de necessidade para desintoxicação sistêmica como terceiro passo.

20.Sabemos que as crianças autistas tem problemas intestinais. Qual o tratamento mais eficaz para este problema?
Não descobri nada mais eficaz do que o pó verde com a interação de chlorella, spirulina e diatomita  que nós utilizamos para fazer um trabalho sinérgico e eficiente na remoção das toxinas do trato intestinal removendo ovos de parasitas, trabalhando as mucosas intestinais, removendo metais pesados, etc. Além disso, os problemas intestinais precisam de ajuda já no estômago introduzindo as dietas no início do processo, bem como enzimas digestivas que são muito importantes para trabalhar os processos intestinais, e depois do processo de limpeza é importante restaurar a flora intestinal através dos probióticos trabalhando com a fitoterapia, a ortomolecular e/ou outras terapias.

21.Como harmonizar os tratamentos naturopáticos tais como o pó verde, MMS, Bob Beck e outros com os elementos dos tratamentos biomédicos efetivamente e sem conflitos?
Basicamente não há qualquer contradição entre os tratamentos naturais que usamos e os tratamentos biomédicos utilizados pelo  DAN e outros. A dieta hiperbárica, o protocolo de biofilme, uso de vitaminas e suplementos podem ser concomitantes, mas é importante que se tenha uma estratégia sequencial para que não use muita coisa muito rápido ou até mesmo conflitantes por isso é preciso ter bom senso e monitorar este tipo de tratamento. Mas os tratamentos da naturopatia são compatíveis aos tratamentos biomédicos.

22. Em relação às crianças com paralisia cerebral e epilepsia refratária.  Existem alguns alimentos que podem desencadear crises?
Se a criança tem epilepsia refratária resistente a tratamentos ou paralisia cerebral, naturalmente isso vai acontecer com  muito maior frequência após a ingestão de certos alimentos. Crises vão acontecer especialmente para aqueles alimentos que ocasionam processos epiléticos.
Os alimentos gatilho estão sendo pesquisados então é muito importante que evite esse tipo de alimento, tendo refeições equilibradas e regulares diminuindo o risco de crise e melhorando a sua saúde em geral. Alimentos que causam crises são aqueles com altos níveis glicêmicos, como: pizza, bolo, pão branco, bolacha, massas brancas e batata frita. Deve-se ater aos níveis glicêmicos dos alimentos e tentar substituí-los por alimentos como: pão integral, arroz integral, massa e legumes integrais, nozes e castanhas; todo tipo de alimento com baixo teor glicêmico é indicado.

23. A homeopatia consegue resolver sozinha ou tem que ser sempre associada a anticonvulsivante?
A homeopatia não consegue resolver quase nada sozinha. Um dos motivos para isso é que, hoje em dia, o grau de toxicidade está tão elevado que a homeopatia e qualquer outro método intervencionista, sozinho, não consegue dar conta do recado, então é importante usar o sinergismo estratégico para que consigamos trabalhar os problemas efetivamente. Anticonvulsivantes sintéticos alopáticos são o último recurso para sair de uma crise pesada e desesperadora pois há várias opções que podem ser usadas envolvendo todas as técnicas da naturopatia, suplementação, vitaminas e minerais, eletromedicina, terapias oxidativas, etc. e que podem ser muito mais efetivos do que os anticonvulsivantes alopáticos e sem os efeitos colaterais típicos destes medicamentos sintéticos.

24. Para uma criança nesse contexto, que faz tratamento homeopático, a febre continua sendo algo benéfico ou deve-se administrar antitérmico? 
Na medicina natural, mais especificamente na naturopatia, nós trabalhamos a favor e em cooperação com o sistema imune então não suprimimos a febre. Reconhecemos que ela é muito eficiente ao combate de invasores e esta febre é produzida pelo próprio sistema imunológico do corpo, e esta elevada temperatura do organismo é uma das melhores formas de lutar contra patógenos nocivos que não deveriam estar tomando controle sobre órgãos e tecidos do corpo, criando um ambiente desagradável e até fatal para estes invasores.
Jamais devemos suprimir a febre, pois ela é um antibiótico natural criado pelo corpo para nos defender dos invasores.  Podemos controlar a febre naturalmente com pano com água morna ou fria na testa e no peito, banho de água morna, e na homeopatia utilizamos Beladona que ajuda a monitorar e controlar a febre.
A febre é muito importante e a tratamos com descanso, hidratação e controle da temperatura com homeopatia, e é importante deixar o corpo trabalhar normalmente.
Em casos extremos, como em bebês com  menos de um mês de idade ou febre acima de 39 graus em que não conseguimos controlar a temperatura, aí sim devemos pensar em medicina alopática, mas como o último recurso. Eu não recomendo que se utilize técnicas de supressão da febre como os antitérmicos pois eles criam problemas muito mais difíceis de resolver posteriormente.



quarta-feira, 8 de março de 2017

III CAMINHADA DO DIA MUNDIAL DAS DOENÇAS RARAS NO RIO DE JANEIRO




Por Antonio Jorge de Melo

Dia 5/3/17 cerca de 500 pessoas entre pacientes, familiares, cuidadores, profissionais da saúde e simpatizantes da causa se uniram para a realização da III CAMINHADA DAS DOENÇAS RARAS, realizada no Aterro do Flamengo entre 9 e 12 hs. O evento foi realizado a partir da mobilização de mais de 20 associações de pacientes de DR´s, coordenadas pela AFAG.
Segundo o IBGE o estado do RJ possui cerca de 16.460.000 habitantes, onde mais de 1 milhão desses habitantes estão acometidos por alguma doença rara, dentre as mais de 7 mil existentes no mundo.

Doenças Raras

Criado em 2008, o dia DIA MUNDIAL DAS Doenças Raras é um evento anual de conscientização, coordenado pela Organização Européia de Doenças Raras (Eurordis).   Na Europa, uma doença é considerada rara quando afeta 1 em 2.000 pessoas. Já segundo a  Organização Mundial de Saúde (OMS) é a doença que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos.

As doenças raras são doenças crônicas e progressivas graves, muitas vezes com risco de vida. Para muitas doenças raras, os sintomas podem ser observados ao nascimento ou durante a infância, como é o caso da atrofia muscular espinhal proximal, neurofibromatose, osteogênese imperfeita, condrodisplasias ou síndrome de Rett, por exemplo. Mais de 50% das doenças raras manifestam-se na idade adulta, como é o caso das doenças de Huntington, Crohn e Charcot-Marie-Tooth, da ELA, do Sarcoma de Kaposi ou do Cancro da Tiróide.

Estima-se que haja 7 mil doenças raras diagnosticadas, sendo 80% delas de origem genética. Outras se desenvolvem como infecções bacterianas e virais, alergias, ou têm causas degenerativas. A maioria (75%) se manifesta ainda na infância dos pacientes, e 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade. Afetam uma parcela considerável da população mundial – entre 6% e 8%, ou 420 milhões a 560 milhões de pessoas. 95% das doenças raras não possuem tratamento e dependem de uma rede de cuidados paliativos que garantam ou melhorem a qualidade de vida dos pacientes", diz o levantamento. No Brasil há estimados cerca de 13 milhões de pessoas com doenças raras, número superior à população da cidade de São Paulo.

Os doentes afetados por estas doenças enfrentam dificuldades semelhantes na sua procura por um diagnóstico, informação relevante e orientação adequada para profissionais qualificados, e estão mais vulneráveis do ponto de vista psicológico, social, econômico e cultural. Devido à falta de conhecimentos científicos e médicos eficazes, muitos doentes não são diagnosticados. As suas doenças permanecem por identificar. Estas pessoas são as que têm mais dificuldades em receber apoio apropriado.

FONTE:

Texto retirado de: http://falandosobreela.blogspot.com.br/2017/03/iii-caminhada-do-dia-mundial-das.html?m=1