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terça-feira, 2 de agosto de 2016

MethylB12 - Esclerose Lateral Amiotrófica - Metilcobalamina - MB12

Boas notícias que mostram que a troca de informações sobre os tratamentos para doenças auto imunes, só nos trazem benefícios. A base acaba sendo sempre muito parecida.





 A ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL denominada MOVIMENTO EM DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (MOVELA), após ler uma postagem sobre a MB12 aqui no blog,  trouxe ao conhecimento da CITOPHARMA, nossa parceira, que o produto Metilcobalamina injetável,  passou a fazer parte do Protocolo de tratamento da ELA por Neurologistas brasileiros. A dose preconizada é 25mg/ml 2 vezes/semana. 

Esse conceito de prescrição surgiu a partir de um Simpósio Internacional de DNM/ELA ocorrido em dezembro/2015 em Orlando EUA, onde foram apresentados alguns estudos clínicos favoráveis ao uso da Metilcobalamina no tratamento da ELA.


Os pacientes de ELA, têm grande interesse de que esse produto seja registrado na ANVISA, para que assim possa ser  solicitado ao CONITEC a sua incorporação no PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPEUTICAS NO TRATAMENTO DA ELA, que a muitos anos possui apenas uma droga incorporada, o Riluzol, por falta de outras opções terapêuticas eficazes demonstradas através de estudos clínicos

Resultados  positivos do ensaio clínico apresentado no

 26th International Symposium on ALS/MND


Por: ALS Worldwide

A Worldwide (http://alsworldwide.org)  tem recomendado e apoiado o uso de methylcobalamin em alta dosagem (vitamina B12) administradas através de injeções intramusculares diárias durante os últimos oito anos. Durante esse tempo, mais de 2500 pacientes de ELA/DNM nos EUA e  em outros países têm se beneficiado da utilização deste tratamento.
Um estudo experimental recentemente concluído confirma que, "O presente estudo demonstrou pela primeira vez que a alta dose de metilcobalamina pode prolongar significativamente a sobrevivência e retardar a progressão da ELA se administrado cedo e através de injeção. Tal como discutido no  Neurology Today, a fase III do  ensaio clínico (NCT00444613) de vários anos mostrou que a administração precoce da metilcobalamina em  dose elevada pode aumentar a sobrevivência de uma mediana de 600 dias, em comparação com o placebo.”
.Os pacientes devem pedir ao seu médico para ter  acesso à alta dosagem de metilcobalamina em  injeções diárias, disponíveis através de farmácias de manipulação. Para obter mais assistência, por favor enviar e-mail para: info@alsworldwide.org.
Os detalhes sobre a  Metilcobalamina

A metilcobalamina é uma forma líquida de vitamina B12
que fornece a força e a energia muscular, e tem demonststrado reduzir a fraqueza muscular e a atrofia  na ELA. Nós (Worldwide) tomamos  conhecimento deste suplemento há vários anos, e nós estamois  impressionados com a sua capacidade para reduzir a fraqueza muscular e a atrofia dos  pacientes de ELA.

Esse  suplemento também tem sido foco de ensaios clínicos em curso no Japão há mais de 20 anos. Em meados da década de 1990, a Universidade de Kyoto, no Japão realizou  um estudo impressionante sobre o uso de altas doses de methylcobalamin líquido, usando ratos como cobaias. Este estudo foi seguido por um pequeno, mas cuidadosamente controlado e monitorizado estudo em humanos, em que foram obtidos resultados semelhantes. Este esforço bem sucedido levou a Eisai Co., Ltd, Pharmaceutical para realizar um estudo aprofundado de pacientes com ELA em 2007 através da Universidade de Tokushima. O último estudo mostrou-se ainda mais eficaz e tem sido fundamental para a recomendação de dosagem elevada da methylcobalamin injetável em ELA desde 2008.

Para ver os resumos de ambos os estudos, por favor, consulte os seguintes links:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8021696
.
Os testes de segurança e de dosagem anteriores de alta dosagem de methylcobalamin IM  demonstraram  benefícios após aproximadamente 30 dias.

Fonte:

Tradutor Google com texto editado

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Metil B12



Apesar de ser muito utilizada nos EUA e na Europa, a vitamina metil B12 ainda é pouco usada aqui. A MB12 é a forma metilada da vitamina B12. Ela ativa diretamente o caminho bioquímico da metionina/homocisteína. Este caminho é o responsável pela desintoxicação do corpo, e por isso é tão importante para os autistas.
 Quem quiser procurar na internet, é só procurar por MB12 ou Methyl B12 que verá uma infinidade de artigos e vídeos. Os 2 melhores sites são os do Dr. Neubrander, que foi quem difundiu o uso da MB12 para autistas, e o do grupo TACA (Talk About Curing Autism).
www.tacanow.org


Quer conhecer um pouco mais sobre a metil B12? Então, boa leitura!



Antes de falarmos sobre a vitamina B12, permitam-me discorrer um pouco sobre alguns conceitos que fundamentam seu uso.
Primeiramente, precisamos entender que há diversas vitaminas disponíveis, mas o que são elas? Podemos comparar vitaminas a aditivos, ou seja, elementos que não são produzidos pelo organismo e, como tal, precisam ser obtidos de outras fontes (leia-se uma dieta balanceada).
De uma forma geral, ninguém necessita de vitaminas artificiais, bastando obter os ‘aditivos’ essenciais de uma boa e variada dieta. Mas e o que acontece quando o organismo é privado de nutrientes básicos, seja fruto de uma seletividade extremada, muito presente no autismo, ou resultado de uma dificuldade produzida por algum tratamento de saúde, como um processo quimioterápico? Precisamos suplementar nosso organismo! Suplementar significa agregar ao organismo elementos fundamentais que não são ofertados na quantidade, qualidade ou forma demandada.
Agora, quando minha alimentação é boa eu preciso suplementar de alguma forma? Em tese não, mas, como diz o filósofo, na prática a teoria é outra. Vamos desenvolver esse raciocínio aparentemente complexo: nosso organismo é um emaranhado de conexões, sujeito a fatores ambientais diversos e comandado pelo código da vida, o nosso DNA.
A exposição ambiental pode exigir uma carga adicional de determinados nutrientes, como quando de contato com contaminantes ambientais. Já o nosso DNA pode apresentar mutações, ou seja, pequenas ‘mudanças’ na nossa sequência fundamental que acaba gerando impacto na produção incorreta dos tijolinhos da vida. É o caso da mutação MTHFR que, apesar de nome difícil, indica deficiência na ‘síntese’ (não é o melhor termo, mas resumidamente descreve o caso) de ácido fólico. Síntese, nesse cenário, é a conversão da versão artificial (ácido fólico) na substância que o organismo realmente precisa (ácido folinico). Os que têm essa mutação devem evitar o ácido fólico e prestar atenção na homocisteína.
Bem, se você chegou até aqui, talvez seja hora de tomar uma boa xícara de café...
Enquanto tomas seu café, um pequeno desvio:
Desde 2014, os planos de saúde são obrigados a ofertar um conjunto de exames genéticos, em caso de dúvidas sobre a cobertura, consulte o site da ANS. Os exames nacionais ‘comuns’ avaliam individualmente uma mutação (como o MTHFR), exigindo uma coleta de sangue para cada mutação a ser analisada.
Outras opções disponíveis são os exames de espectro amplo, que oferecem resultados de um número maior de mutações.
Dentre esses, temos o 23andme (www.23andme.com), que talvez seja o exame de melhor relação custo benefício no mercado, o do GP (http://www.greatplainslaboratory.com/) e o da Yasko (http://www.dramyyasko.com/our-unique-approach/why-this-test/).

Espero que tenha aproveitado a pausa do café. Vamos aproveitá-la, para inserir um novo conceito: alergias podem ‘aparecer’ com o tempo, como no caso da cafeína. Então você pode ser alérgico a cafeína e ainda não saber (algumas alergias, bem como mutações, vão sendo ‘ativadas’ ao longo de nossa vida – para não dizer quando envelhecemos); para esses casos, eventualmente, você precisará rever sua suplementação com o passar dos anos.
Então bastaria tomar um espectro de vitaminas a minha vida toda, como medida profilática? Calma, não é bem assim. Existem dois tipos de vitaminas: hidro e lipossolúveis. As lipossolúveis, como a A e a D, são armazenadas em nossas células de gordura e seu excesso pode produzir ‘intoxicação’. É bom que essa categoria de vitaminas seja monitorada de tempos em tempos (no caso da D deve-se medir a 1,25-dihydroxycholecalciferol, que é a única forma ativa da vitamina D - preste atenção aqui na presença de mutações VDR, identificadas através do 23andme). Já as hidrossolúveis, em tese, são descartadas quando não utilizadas.
Um alerta importante aos que optarem por suplementação oral: é fundamental monitorar a função hepática.
Bem, agora que já conceituamos algumas dimensões, podemos comentar sobre as vitaminas da família B. Elas são fundamentais em vários ciclos da vida. Deficiências de vitamina B são associadas a várias doenças autoimunes, autismo (no caso do antifolate) e Alzheimer.
Assim como a deficiência da vitamina B9 (o ácido fólico) está associada à má formação do tubo neuronal, a B12 está associada, direta ou indiretamente, a vários processos cerebrais. A B12, especialmente na forma metil B12, é um elemento importante na metilação, que é um dos mais importantes ciclos da vida. Da metilação depende a produção da glutationa, que é nosso mais poderoso antioxidante natural.  Sua deficiência está associada a diversas doenças do sistema nervoso, como demonstrado nos estudos citados em [1], [2], [3], [4], [5], [6], [7], [8].
A boa notícia é que o uso de doses terapêuticas de B12 tem mostrado um efeito neuroregenerador [9].
Como se vê, a B12 pode apoiar o tratamento de diversos processos neurodegenerativos, como: esclerose, autismo, déficit de atenção, Alzheimer, etc., e pode também apoiar o ‘detox’ do organismo, sendo, portanto recomendada para grávidas e idosos. Ela é usada também, especialmente no Japão, para tratar esclerose lateral amiotrófica e problemas renais.
Vamos então tomar B12! Mas de que forma?
Bem, a forma oral é a mais barata e amplamente acessível (na farmácia mais próxima de sua casa ou trabalho). Problema? Bem, seu estômago é uma grande máquina de oxidação. O que isso significa? Que as substâncias entram no seu estômago e são ‘modificadas’. Na prática, no caso da B12, a transformamos em uma substância que não será aproveitada.
Precisamos então escolher outra forma, para deixar de lado o estômago. Que tal sublingual ou subnasal? Perfeito, essas formas não passam pelo estômago. Mas tem um pequeno problema, ao optarmos por uma dessas formas acabamos produzindo um ‘pico’ de B12 no organismo e, como ela é hidrossolúvel, o que não for utilizado é descartado; ou seja, não teremos B12 durante o tempo todo, resumidamente: dinheiro e esforço desperdiçados.  
Sobra, portanto a opção da injetável. O que os médicos que trabalham com essa opção têm proposto é a aplicação na área glútea, fazendo com que a liberação seja lenta (dado a presença de gordura). O Dr. Neubrander, talvez o maior divulgador da B12, sugere ângulo de 10 a 20º.
Então já sabemos que o melhor é a injetável, resta agora escolher a forma de B12. Sim, existem várias, como a metil B12, a hidroxy B12, etc. A de maior biodisponibilidade, a que o organismo aproveita de maneira máxima, é a forma metil. Se você busca utilizá-la como neuroregeneradora, a escolha natural é a forma metil.
Todos podem usar a metil B12? Esse é um tema controverso na comunidade. A Dra. Yasko sugere cuidado para pacientes portadores da mutação COMT (mais informações sobre esse quadro em: http://www.dramyyasko.com/resources/autism-pathways-to-recovery/chapter-8/ e você pode avaliar essa mutação através do 23andme), em função de um possível efeito alérgico, e para os que apresentam mercúrio inorgânico no organismo. Essa segunda observação foi apontada no trabalho de McElwee [10], no qual se discute a conversão: Mercúrio inorgânico + Metil B12 = Metilmercúrio + hidroxi B12. O que isso significa? Em resumo, que a metil b12 transforma o mercúrio inerte em mercúrio tóxico (o metilmercúrio) e esse, o metilmercúrio, ultrapassa a barreira hematoencefálica e vai degenerar o cérebro.
Então, procurem seus médicos e solicitem exames antes de iniciar a suplementação.

Já sabemos a forma de uso e os cuidados, mas, qual a dose? Bem, esse assunto é bastante complicado, vamos tentar responder em duas vertentes:
·         Recorrendo ao protocolo do Dr. Neubrander para pacientes autistas, é preconizado doses diárias de 75 microgramas por kg de peso. Geralmente a ampola de metil B12 é manipulada com a concentração de 25mg por ml, então a fórmula de cálculo ficará em: UIs = 100* (Peso*0,075)/25UI. Sendo que 1 UI equivale a 1 marcação na seringa de insulina tradicional.
·         Na segunda vertente, resgata dos alfarrábios japoneses que originaram o tratamento com a metil B12, preconiza doses bissemanais de 25 a 50 mg para uma pessoa de 70 Kg de peso (http://www.alsworldwide.net/methylcobalamin.html). Caso seu médico opte por esse protocolo o cálculo ficará em: UIs = 100*(peso/70) UI.

E agora, como comprar? Quando seu médico prescrever a metil B12 você poderá optar por produto importado ou nacional. Algumas das farmácias estrangeiras exigem prescrição de médico americano, o que, unido aos impostos de importação, pode tornar o tratamento bastante caro.
A opção então disponível era comprar do laboratório de manipulação Pineda (http://www.pineda.com.br/). Infelizmente o produto da Pineda leva conservante, o que pode gerar reações importantes em pessoas hiper sensíveis.
Muito recentemente a Citopharma (http://www.citopharma.com.br/), que possui equipamentos de ponta na área de manipulação, atendeu o apelo de um conjunto de pais, para trazer a opção do ouro vermelho (a metil B12) para solo brasileiro, buscando viabilizar o tratamento para mais e mais crianças. A Citopharma, aliando sua excelência industrial e seu corpo de pesquisa, avaliou os produtos vendidos mundo a fora e desenvolveu a metil B12 brasileira, biocompatível com os melhores produtos disponíveis no mundo; ou seja: vitamina pura e segura.
Boa caminhada a todos.
Edson Pacheco

Referências
[1]Victor M, Ropper AH. Diseases of the nervous system due to nutritional deficiency. Adams and Victor’s principles of neurology, 7th ed. New York’ McGraw-Hill; 2001. p. 1218 – 22.
[2]Reynolds EH, Bottiglieri T, Laundy M, Crelline F, Kirker SG. Vitamin B12 metabolism in multiple sclerosis. Arch Neurol 1992; 49:649 – 52.
 [3] Crellin RF, Bottiglieri T, Reynolds EH. Multiple sclerosis and macrocytosis. Acta Neurol Scand 1990;81:388 – 91.
[4] Nijst TQ, Hommes OR, Weavers RA, Schoonder-Waldt HC, De Haan AFJ. Vitamin B12 and folate levels of serum and cerebrospinal fluid in multiple sclerosis and other neurological disorders. J Neuro Neurosurg Psychiatry 1990;53:951 – 4.
[5] Goodkin DE, Jacobsen DW, Galvez N, Daughtry M, Secic H, Green R. Serum cobalamin deficiency is uncommon in multiple sclerosis. Arch Neurol 1994;54:1110 – 4.
[6] Shevell MI, Rosenblatt DS. The neurology of cobalamin. Neurol Sci 1990;19:472. [18] Allen RH. Metabolic abnormalities in cobalamin (vitamin B12) and folate deficiency. FASEB J 1993;7:1344.
[7] Peracchi M, Bamonti Catena F, Pomati M, De Franceschi M, Scalabrino G. Human cobalamin deficiency: alterations in serum tumour necrosis factor-alpha and epidermal growth factor. Eur J Haematol 2001;67:123 – 7.
[8]Najim Al Din AS, Khojali M, Habbosh H, Farah S, Idris AR, AIMuhtasib F. Macrocytosis in multiple sclerosis: a study in 82 de novo Arab patients. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1991;54:415 – 6.
[9] Watanabe T1, Kaji ROka NBara WKimura JJ Neurol Sci. 1994 Apr;122(2):140-3. Ultra-high dose methylcobalamin promotes nerve regeneration in experimental acrylamide neuropathy.

[10] McElwee MK; Ho LA; Chou JW; Smith MV; Freedman JH. Comparative toxicogenomic responses of mercuric and methyl-mercury. BMC Genomics; 14: 698, 2013. 


  1. Citopharma Manipulações Parenterais
  2. atendimento@citopharma.com.br
    Telefone:(31) 3115-6000

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

AUTISMO EM CONFERÊNCIA MULTIDISCIPLINAR: NOVOS TRATAMENTOS

“Autismo em Conferência multidisciplinar:
novos tratamentos
Dia: 11/10/2014
Horário: 08h às 20h
Local: UNIBH Teatro Ney Soares -  Rua Diamantina, 463 - Lagoinha, Belo Horizonte - MG
E-mail: 
benueventos@hotmail.com
Telefones: (31) 3785-1090 | (31) 9113-2568 (TIM)| (31) 7593-0299 (TIM)
Carga Horária do certificado de participação: 10 horas

“Um encontro que objetiva reunir  E DIVULGAR TRATAMENTOS INOVADORES E NÃO CONHECIDOS NO BRASIL PARA O AUTISMO”.



PÚBLICO:
Familiares, Mediadores (Estagiários, Monitores e/ou Facilitadores), Professores, Psicólogos, Psiquiatras, Neurologistas, Pediatras, Biomédicos, Nutricionistas, Psicopedagogos, Fonoaudiólogos, Pedagogos, Terapeuta Ocupacional,  Fisioterapeutas, Homeopatas, Educador Físico, Estudantes de Graduação e/ou Pós e demais interessados no assunto, além de profissionais das áreas de educação e saúde.


CRONOGRAMA/ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
7h às 8h - Credenciamento
8h às 8:45h – “Tratamento Integral do Autismo: Integrando os diversos tratamentos”.
8:45h às 9:30h – “A Proatividade dos pais que pode mudar o DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO da criança autista”.
9:30-10:15: “Terapia Cease e Homeopatia Detox: nova forma de homeopatia para o tratamento do autismo”.
10:15h às 10h45 – Coffee Break
10h45 às 11h30 – “Estimulação Magnética Transcraniana e Autismo”.
11h30 às 12:15h - “A Trajetória terapêutica de um Asperger diagnosticado aos 55 anos”.
12:15-13:00: Perguntas e respostas palestrantes manhã
13h às 14h - Almoço Livre
14h às 15:30h – “Minha experiência no tratamento do Autismo: Metil B12”.
15h:30 às 17h00 – “ Minha experiência no tratamento do Autismo: Medicina Hiperbárica”.
17h00 às 17h30 – Coffee Break
17h30 às 19:00h – “Outros tratamentos  para o Transtorno do Espectro Autístico-TEA”.
19h00 às 20h00 - Perguntas e respostas DO DR. NEUBRANDER
20h às 20h15 – Encerramento e entrega de certificado

PALESTRANTES CONVIDADOS:

DR. ROGÉRIO RODRIGUES RITA – FLORIANÓPOLIS-SC
8 ÀS 9H- “TRATAMENTO INTEGRAL DO AUTISMO: INTEGRANDO OS DIVERSOS TRATAMENTOS”.
Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina em 1987, fez residência em Clínica Médica no Hospital dos Servidores Governador Celso Ramos em Florianópolis, e fez especialidade em Terapia Intensiva. Fez estágio em Medicina Antroposófica na Clínica Tobias em São Paulo, e pós-graduação em Homeopatia na Sociedade Gaúcha de Homeopatia em Porto Alegre. Fez formação para tratamento biomédicos para autismo no Autism Research Institute (Protocolo DAN), e na Medical Academy for  Children  with Special Needs (MedMaps) nos EUA. Trabalha em Florianópolis em sua clínica com homeopatia, práticas ortomoleculares e psicossomática e nos últimos 6 anos está usando os tratamentos biomédicos para o tratamento do autismo.


MARIA HELENA ROSSI – UBERLÂNDIA-MG
9 ÀS 10H- “TERAPIA CEASE: HOMEOPATIA DETOX”.
Homeopata CEASE – Holanda 2013.
Homeopata pela Faculdade de Viçosa 2011.
Mestre em fisioterapia – Unitri 2001.
Fisioterapeuta especialista em neuropediatria (Bobath e Integração sensorial).


DR. CAIO ABUJADI – RIO DE JANEIRO-RJ

10:30 ÀS 11:30H-  “ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA E AUTISMO”.
Psiquiatria Adulto e da Infância e Adolescência
Mestre em Psiquiatria pela USP
Diretor Clínico do Instituto PRIORIT

      
PHD EM BIO-ENGENHARIA EDSON PACHECO- CURITIBA-PR
13 ÀS 14H- “A PROATIVIDADE QUE PODE MUDAR O DIAGNÓSTICO DA CRIANÇA”.



WERNER KESKE – BLUMENAU-SC
14 ÀS 15H- “A TRAJETÓRIA DE SUPERAÇÃO DE UM ASPERGER, DIAGNOSTICADO AOS 55 ANOS”.




DR. JAMES A NEUBRANDER - NEW JERSEY- EUA
15:30 ÀS 16:40H- “MINHA EXPERIÊNCIA NO TRATAMENTO DO AUTISMO: USO DA METIL B12”.
17H ÀS 18:10- “MINHA EXPERIÊNCIA NO TRATAMENTO DO AUTISMO:   USO DA CÂMARA HIPERBÁRICA”.
18:30 ÀS 19:40- “OUTROS TRATAMENTOS PRÁTICOS E EXITOSOS  PARA O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTÍSTICO-TEA”.

Médico americano de New Jersey com larga experiência no tratamento do autismo com tratamentos biomédicos. Além de ser uma referência internacional ajudando crianças autistas de todo o mundo, Dr. Neubrander dá uma grande contribuição ao tratamento do autismo e outras patologias do desenvolvimento cerebral com o uso inovador da vitamina B12 em sua forma ativa (metilcobalamina) injetável e com o uso da Medicina Hiperbárica em crianças autistas. Autor de vários artigos e capítulos em livros, assim como palestrante internacional destes temas, compartilhará sua bagagem  e experiência no Brasil pela primeira vez.
INVESTIMENTO:
R$ 125,00 até 15/09;
R$ 170,00 até 20/09;
R$ 200,00 até 30/09;
R$ 220,00 até 05/10.
Inscrições através de depósito bancário: Banco Itaú AG. 6454 C/c. 02064-2 (Michelle Freitas).
Enviar foto/arquivo digitalizado do comprovante de depósito para o e-mail: 
benueventos@hotmail.com
Gentileza incluir no e-mail, seu nome completo e telefone para contato.
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