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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Açucar x comportamento

"Nas crianças, a hiperactividade, a falta de atenção, a dislexia e o comportamento anti-social ou agressivo podem ser manifestações do que elas comem, defende o britânico Neil Ward, do departamento de Química da Universidade de Surrey.
Segundo o investigador, algumas crianças podem reagir aos aditivos, conservantes e corantes que se encontram nos produtos alimentares, o que causa alguns problemas comportamentais. Ward acompanhou vários grupos de crianças nas escolas com o objectivo de descobrir se os distúrbios de comportamento relacionados com químicos se registam em grupos isolados ou se todas as crianças estão em risco. Descobriu que alguns corantes podem levar a reacções adversas 30 minutos após o seu consumo, tendo identificado como principais culpados os metais tóxicos, como o chumbo e o alumínio, e os corantes alimentares.
As reacções a esses químicos incluem perturbações comportamentais ou físicas, como urticária ou cansaço. No entanto, descobrir uma ligação directa entre certos químicos e problemas de saúde pode ser uma tarefa complicada. São necessários dados científicos para provar que alguns químicos podem causar problemas comportamentais, mas por enquanto cabe apenas aos cientistas provarem isso mesmo. As companhias farmacêuticas, por exemplo, são obrigadas por lei a realizarem testes minuciosos aos seus produtos antes de os comercializarem, comprovando que o seu uso é seguro, mas o mesmo não acontece com os fabricantes de produtores alimentares. No Reino Unido, a comida para crianças está regulamentada apenas até à idade de um ano, desaparecendo a partir daí. Os fabricantes de comida dirigem muitas vezes os seus produtos a grupos específicos, incluindo mulheres grávidas, no entanto, não são obrigados a fornecer dados científicos que atestem que tais alimentos são adequados a esses grupos.
Ao longo dos últimos anos tem-se registado um aumento da obesidade em crianças. Muitas vezes, nas escolas, as crianças estão sob a pressão dos colegas para ingerirem determinados produtos e por isso, tendem a comer produtos com demasiado açúcar, que muitas vezes também contêm químicos “maus”. É ainda de destacar que, muitas vezes, os consumidores não compreendem a informação contida nos rótulos da comida. É muito importante que as crianças, mas também os pais, sejam encorajados a aprender mais sobre a comida que escolhem para consumir, como ela deve ser armazenada e cozinhada para fornecer um valor nutricional adequado à sua dieta". Fonte: aqui.
Já tenho falado neste assunto, algumas vezes. Mas talvez de modo indirecto. Se por um lado, o consumo de alimentos açucarados, aporta não só o perigo pela alimentação doce e consequente desgaste do pâncreas infantil levando precocemente à diabetes, por outro lado, este tipo de alimentos veicula quase sempre aditivos (corantes e conservantes) cuja interacção cruzada não é conhecida! Além disso são bastante ricos em gorduras hidrogenadas.
É curioso: sabe-se que o consumo excessivo de açucar desgasta a presença de vitamina B2 no organismo que está envolvida na irrigação sanguínea cerebral... Por isso Mamãs reparem o que acontece em crianças quando consomem excesso de açucar: quase sempre histeria, confusão mental, etc...
Para pensar, não acham? Importante lembrar sempre: açucar sim, mas sempre a seguir às refeições, nunca isolado, para que a absorção seja menor!
 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Alimentação saudável na infância


A alimentação de uma criança é de vital importância, já que este é um período crucial para as fundações dos seus hábitos nutricionais. À medida que crescem, as crianças ganham maior liberdade e começam a alimentar-se fora de casa...

Considerações Nutricionais
Comida e nutrientes são as matérias-primas que nos permitem formar os dentes, ossos, músculos e tecidos e mantê-los saudáveis. Uma boa deita alimentar também pode proteger de várias doenças.
A dieta de uma criança necessita de um planeamento especial - as necessidades de energia e nutrientes fundamentais são elevadas, mas o apetite é reduzido e os hábitos alimentares inconstantes. A alimentação das crianças deve ser constituída por refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em nutrientes essenciais.
Os nutrientes particularmente importantes para crianças entre 1 e 4 anos são:

Ferro
A deficiência em ferro é bastante comum nesta faixa etária, já que os requerimentos em ferro são elevados, e a ingestão de alimentos reduzida, especialmente em peixe ou carne. Alimentos ricos em vitamina C, comidos em simultâneo, ajudam a absorção do ferro, por isso deve incluir um copo de sumo natural de laranja ao jantar, por exemplo.

Cálcio
Este mineral é vital para o crescimento de ossos e dentes.

Vitaminas A, C e D
A vitamina A é necessária para uma pele saudável e desenvolvimento celular, podendo faltar muitas vezes na alimentação de crianças nestas faixas etárias.
A vitamina C é importante para o sistema imunitário e crescimento. Ajuda a absorção de ferro, em particular de fontes vegetais. As frutas e legumes são excelentes fontes de vitamina C.
A vitamina D é essencial para o metabolismo do cálcio e pode até ser sintetizada pela acção do sol através da pele. No Inverno, e se a sua criança está sempre coberta por roupas no exterior, assegure-se que inclui boas fontes de vitamina D, ou suplementos alimentares que contenham esta vitamina.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os 10 alimentos mais saudáveis do mundo

Recebi esse texto de um amigo. O melhor desses alimentos, é que são absolutamente livres de glúten e caseína!

OS  10  ALIMENTOS MAIS SAUDÁVEIS DO MUNDO
 
O nutricionista e psicólogo americano Jonny Bowden  esteve no ano passado  no Brasil para lançar o livro "As Refeições mais Saudáveis do Mundo".
Com doutorado em nutrição pela Universidade Clayton pela Saúde Natural, ele se dedica há mais de duas décadas  à pesquisa dos alimentos e aqui enumera quais são os dez mais saudáveis do mundo e que deveriam fazer parte do nosso cardápio            diário: 
1-  Sardinha:
é rica em proteínas e possui minerais essenciais,  como magnésio, ferro e selênio, que têm ação anticancerígena. Esse tipo de peixe também ajuda o organismo a liberar o mercúrio e tem altas concentrações de Ômega 3, um tipo de  gordura "boa", essencial para o funcionamento do cérebro, do coração e  para a redução da pressão arterial. As sardinhas são chamadas de "comida saudável em lata" por Bowden, que aconselha que sejam compradas as preservadas no próprio óleo ou em azeite, quando não puderem ser consumidas frescas. 2-  Repolho:
as folhas do vegetal contêm grandes concentrações de substâncias antioxidantes e anticancerígenas chamadas de indoles e sulforafanos. Uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos EUA, apontou que o sulforafano é a substância  química encontrada em plantas que mais eleva o nível de enzimas  anticancerígenas no organismo. 
 
3- Folha de beterraba:
geralmente jogada fora, é rica em vitaminas, minerais e   antioxidantes. Contém carotenóides, pigmento natural dos vegetais que ajuda a proteger os olhos contra o envelhecimento. Bowden também afirma que a  beterraba em si também é um dos alimentos mais ricos que existem. As folhas  podem ser comidas cruas na salada ou refogadas, como espinafre. 
 4- Açaí:
em suco ou misturado à comida, como é feito no norte do país, o açaí é uma das frutas com maior concentração de antioxidantes. Também é rica em gorduras monoinsaturadas e  poliinsaturadas, que são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim e na prevenção de doenças cardíacas. Para Bowden, os brasileiros que não consomem a fruta freqüentemente desperdiçam a benção que  a natureza lhes proporcionou.
 
5- Goiaba:
rica em fibras, minerais e vitaminas. Também possui grandes quantidades de licopeno, o mais antioxidante entre todos os carotenóides. O licopeno auxilia na prevenção do câncer de próstata e reduz os riscos de surgimento de catarata e  doenças cardiovasculares.
 
6- Cereja fresca:
tem altas concentrações de antocianina, um antiinflamató rio natural. Deve ser comida ao natural ou misturada com iogurte ou vitaminas. 
 7-Chocolate meio-amargo:
rico em flavanóides, que diminuem a pressão sangüínea e promovem o bom funcionamento do sistema circulatório, tem altas concentrações de magnésio, um mineral importante para mais de 300 processos biológicos  do organismo.
 
8-  Frutas oleaginosas:
são as castanhas, as nozes e as amêndoas. Bowden afirma que todas trazem inúmeros benefícios, apesar do elevado teor calórico. Possuem muitos minerais,  proteínas e altos níveis de Omega 3 e Omega 9.
 
9-  Canela:
ajuda a controlar o nível de açúcar e de colesterol no  sangue, o que previne o risco de doenças cardíacas. Para usufruir dos benefícios da especiaria, basta polvilhar um  pouco de canela em pó no café ou no cereal matinal.  
10-  Semente de abóbora:
é uma grande fonte de magnésio. Esse mineral é tão importante, explica Bowden, que estudiosos franceses concluíram que homens com altas taxas de magnésio no sangue têm 40% menos chances de sofrer uma morte prematura do  que aqueles com baixos índices. Para consumi-las, toste-as no forno e coma-as por inteiro, inclusive com a casca, que é rica em fibras.
 

Cristina



domingo, 23 de janeiro de 2011

Importância do café da manha para as crianças

Estudo internacional inédito garante que o hábito de tomar o café da manhã ajuda a emagrecer, além de melhorar o humor, a concentração e o raciocínio .

Parece brincadeira, mas a refeição mais importante do dia também é a mais subestimada, esquecida e negligenciada. Mas isso não é segredo para ninguém. Assim como dizer que cigarro faz mal à saúde, que é bom fazer exercícios físicos regularmente, que a alimentação deve ser pobre em gorduras saturadas e trans... O problema é colocar em prática todo esse conhecimento e deixar de lado velhos costumes.

Pois saiba que o esforço para mudar vale a pena. O desjejum fornece os primeiros alimentos que irão nutrir e propiciar o combustível necessário para encararmos mais uma jornada diária. Isso é importante, porque durante o sono o corpo gasta energia para manter os órgãos funcionando. E esse consumo abaixa os níveis de glicose no sangue (ou seja, o açúcar que fornece energia para começarmos bem o dia). Talvez por essa razão, muita gente ainda acredite que, ao pular essa refeição, o organismo irá receber menos calorias e, assim, emagrecer. Puro engano.

Na verdade, ocorre o contrário. “Após três a cinco horas sem se alimentar, o organismo entende que precisa acionar um mecanismo automático para economizar energia e proteger-se da inanição”, explica Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Essa explicação é histórica. Quando o homem vivia na época das cavernas, passava, vez ou outra, por períodos caracterizados pela escassez de alimentos e seu corpo, muito sábio, desenvolveu um sistema para armazenar energia, caso ela faltasse.

Dessa maneira, o ritmo orgânico (o metabolismo) desacelera para não gastar combustível em excesso, permanecendo lento ao longo de todo o dia. Ou seja, o gasto energético do indivíduo torna-se bastante vagaroso, favorecendo o estoque de gordura.

Por outro lado, segundo estudos realizados no mundo todo, quem faz questão de tomar o café da manhã acelera o metabolismo, contribuindo para a queima de calorias e o emagrecimento. As pessoas evitam beliscar, pois não sentem fome fora de hora. “Elas também não exageram no almoço”, explica Vivian Ellinger, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).

CRIANÇAS QUE PULAM A REFEIÇÃO MATINAL PODEM PERDER OS DENTES DA PRIMEIRA DENTIÇÃO MAIS CEDO PELO DESENVOLVIMENTO DE CÁRIES
Aliás, um dos principais estudos nessa área, publicado pelo Journal of Obesity Research (Jornal de Pesquisa em Obesidade) dos Estados Unidos, expressa preocupação com as iniciativas tomadas para a perda de peso em curto tempo, como a de pular o café da manhã. Analisando os hábitos de vida de pessoas que haviam emagrecido pelo menos 13 quilos e mantiveram o peso por longos períodos, pelo menos por um ano, os pesquisadores tiveram uma revelação surpreendente: este grupo não abria mão de uma boa refeição pela manhã. Cerca de 79% dos participantes da pesquisa disseram tomar café da manhã diariamente. No entanto, 90% faz a refeição pelo menos quatro vezes por semana. Os pesquisadores acreditam haver uma relação entre tomar café da manhã regularmente e um maior envolvimento em atividades físicas, o que colabora imensamente com a perda e/ou manutenção do peso.

Evidentemente, o hábito do desjejum não é suficiente para garantir quilos a menos, saúde e vida longa. Mas é um dos fatores que, aliado a outras iniciativas, como dieta pobre em gorduras saturadas (nocivas à saúde, encontradas em alimentos de origem animal, como carnes e derivados do leite integral) e trans-insaturadas (presentes em biscoitos, bolos, frituras), a prática de uma atividade física regular, o não tabagismo, entre outros, colabora para uma vida mais saudável.

O DESJEJUM FICA COM 1/4 DA ENERGIA QUE DEVEMOS INGERIR E DEVE SER CONSTITUÍDO, PRINCIPALMENTE, DE CARBOIDRATOS — COMO PÃES E CEREAIS — POIS SÃO FONTES DE ENERGIA. AS PROTEÍNAS TAMBÉM SÃO FUNDAMENTAIS E PODEM SER CONSUMIDAS POR MEIO DE DERIVADOS DO LEITE DESNATADO

O banquete ideal
Quem nunca ouviu a afirmação: tenha o café da manhã de um rei, o almoço de um príncipe e o jantar de um mendigo? Alguns especialistas dizem que nas primeiras horas do dia, o metabolismo do corpo é mais acelerado, colaborando para a queima de calorias. O certo é que com o cair da tarde ele desacelera, tornando a queima de combustível mais lenta, pois o organismo está se preparando para o sono. Neste período, o hormônio do crescimento começa a ser liberado, mas nos adultos, que não crescem mais, seu papel é reduzir a gordura e aumentar a massa muscular.

Embora não haja comprovação científica, acreditase que, se houver grande ingestão de açúcar no jantar, a ação desse hormônio pode ser inibida por conta da elevação do nível de glicose no sangue. Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o jantar deve representar de 5% a 10% das calorias consumidas no dia. Já o percentual para o café da manhã fica em torno de 20% a 30% do total. “Em tese, o desjejum fica com um quarto da energia que devemos ingerir e deve ser constituído, principalmente, de carboidratos (como pães e cereais), pois são fontes ricas de energia”, explica o médico. Os especialistas sugerem que se dê preferência às opções integrais, ricas em fibras insolúveis — substâncias que ajudam a equilibrar as funções intestinais e promovem saciedade prolongada. As proteínas também são fundamentais e podem ser consumidas por meio de derivados do leite desnatado, como requeijão, queijo, iogurte ou o próprio leite com achocolatado ou café. “A cafeína é estimulante e melhora a capacidade de raciocínio”, explica Durval Ribas Filho.

QUEM NUNCA OUVIU A AFIRMAÇÃO: TENHA O CAFÉ DA MANHÃ DE UM REI, O ALMOÇO DE UM PRÍNCIPE E O JANTAR DE UM MENDIGO?

Até as gorduras precisam estar presentes para garantir energia. Mas isso não significa ter uma mesa farta de guloseimas sem valor nutritivo. Como em qualquer outra refeição, é importante a busca por alimentos saudáveis. Nas prateleiras, por exemplo, já podem ser encontradas margarinas livres de gorduras trans. E mesmo a manteiga pode ser consumida com moderação. “Uma dica é substituí-las pelo azeite de oliva com teor de acidez menor que 0,5, pois é menos industrializado e tem maior quantidade de ácidos insaturados (gorduras do bem, que ajudam a limpar as artérias do LDL, o colesterol ruim)”, ensina.

CARDÁPIO PARA TODOS OS GOSTOS
Seja qual for a sua necessidade calórica e nutritiva, comece o dia com uma alimentação saudável e saborosa. É certo que há variação na dieta se considerarmos o estilo de vida, as condições de saúde e as características físicas individuais. Para ajudá-lo a sempre ter um café da manhã balanceado, o nutrólogo Durval Ribas Filho propõe três sugestões.
Confira:
STANDARD – deve ter um carboidrato (pão, cereal ou biscoito), um laticínio (leite, iogurte, queijo, requeijão) e uma fonte de gordura (manteiga, margarina ou um fio de azeite extra-virgem). Dê preferência aos carboidratos integrais, pois tiveram seus compostos nutritivos preservados no processo de industrialização.
LUXO – além dos componentes pertencentes aos grupos alimentares do tipo standard, agregue uma fruta de sua preferência ou mesmo um suco natural e mais uma fonte de proteína, como uma fatia de peito de peru ou um ovo pochet (cozido em banho-maria, sem adição de óleos).
SUPERLUXO – para ser ainda mais saudável, acrescente uma porção pequena de nozes (avelãs, castanhas, amêndoas), pois têm gorduras insaturadas, benéficas ao coração.

Crianças saudáveis
Ficar em jejum ou comer pouco nas primeiras horas do dia pode afetar o desempenho intelectual e as capacidades de concentração, reflexo e raciocínio e ainda contribuir para a irritabilidade e o mau humor. Em relação à garotada e aos adolescentes, não é diferente. Estudo realizado com escolares pelo estado de Minnesota (EUA) concluiu que as crianças que faziam a refeição matinal antes das aulas tinham melhor rendimento nas matérias que envolvem cálculos e leitura. Elas demonstraram ainda melhor humor, comportamento e habilidade de concentração, além de mais saúde — uma vez que visitaram menos a enfermaria da escola.

A falta constante do café da manhã, segundo Carlos Nogueira de Almeida, diretor do departamento de nutrologia pediátrica da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), pode desencadear nos pequenos um processo chamado de cetoacidose que provoca desânimo, moleza e inaptidão física. O quadro passa muitas vezes despercebido e só aparece no baixo rendimento escolar.

Mesmo comendo menos do que os adultos, o cardápio das crianças deve ser completo, com carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais. O biscoito recheado e as guloseimas em geral são grandes fontes de gordura trans, sendo prejudiciais à saúde. “Mas um pedaço de bolo está liberado, desde que sem recheio”, sugere Durval Ribas Filho.

DESVENDE ALGUNS MITOS:

UM COPO DE LEITE COM CAFÉ É SUFICIENTE.
Não é bem assim. Um bom desjejum precisa ser balanceado com alimentos de todos os grupos (carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais).

DOCES SÃO PROIBIDOS NO DESJEJUM.
Em termos. Um jovem saudável que faz alguma atividade física pela manhã pode comer uma porção de biscoitos, um pedaço de bolo. Já para um adulto acima do peso que passará o dia todo sentado em um escritório não é aconselhável.

AS CRIANÇAS PODEM SUBSTITUIR O LEITE POR UM ACHOCOLATADO PRONTO.
Segundo a endocrinologista Vivian Ellinger, da Sbem, essas bebidas trazem em sua composição somente o soro do leite e não a sua proteína, importante para o desenvolvimento na fase infantil.

TORRADA É MAIS SAUDÁVEL DO QUE PÃO.
Na verdade, elas têm os mesmos nutrientes. A não ser que se opte pelas integrais e livres de gorduras.

CAFÉ PRETO: TOMÁ-LO OU NÃO?
Às vezes mocinho, às vezes bandido, o café é objeto de estudo desde que se comprovou seus efeitos estimulantes no cérebro por conta da cafeína. No entanto, a bebida contém mais de mil substâncias. Entre elas estão os antioxidantes, que, aliás, são encontrados em maior quantidade no café do que no chá verde. Mas para que essas propriedades sejam preservadas, a água do preparo não pode ultrapassar os 90° C e nem ser fervida. Ingerido no período da manhã, segundo os especialistas, ajuda a melhorar o raciocínio e há estudos que comprovam seu poder de afastar a depressão. Ou seja, ele pode jogar a favor de sua saúde desde que tomado moderadamente. “De quatro a seis xícaras, no máximo, distribuídas ao longo do dia”, aconselha o nutrólogo Durval Ribas Filho. No entanto, em relação à garotada, algumas orientações devem ser seguidas. Segundo Carlos Nogueira de Almeida, pediatra e nutrólogo, “a cafeína atrapalha a absorção de ferro em crianças menores de seis anos”. Após essa idade, o consumo está liberado desde que não seja exagerado.



Você pode estar pensando que tudo isso é muito bom, porém no seu dia-a-dia não há nada que faça seu filho comer nas primeiras horas do dia. Os especialistas garantem que a criançada costuma copiar o comportamento dos pais. Se você tem o hábito de sentar-se à mesa na refeição matinal, seu filho será motivado a fazer o mesmo. “Tem criança que toma o café em pé e a mãe ainda exige que se alimente bem”, aponta o endocrinologista Walmir Coutinho, professor associado de endocrinologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ).

UMA PESQUISA REALIZADA PELA FACULDADE DE MEDICINA DE BAYLOR, NOS ESTADOS UNIDOS, SUGERE QUE ADOLESCENTES QUE PULAM O CAFÉ DA MANHÃ TÊM DUAS VEZES MAIS PREDISPOSIÇÃO À DEFICIÊNCIA DE FERRO
O ideal é que esse tempo seja agradável, tranqüilo e cativante para a garotada e toda a família. Desligue a TV, pois ela dispersa a atenção, provoca estresse e, dependendo da programação, pode até alterar o apetite.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Intoxicação X Autismo

Oi Gente!
Já faz tempo que a Cristina tem me falado sobre a relação do Autismo e intoxicação de metais pesados, mas confesso que ainda nao tinha sentado e estudado sobre o assunto.
Ontem a noite comecei minha pesquisa sobre esse assunto e cá estou eu, completamente CHOCADA! Nosso organismo é exposto a tantos contaminadores que até perdemos a conta!

Olha só esse texto:

"Em diferentes debates científicos sobre o autismo e meios de comunicação, se tem falado de uma epidemia dentro do espectro autista. Podemos encontrar uma criança autista nascendo a cada 3 horas, segundo relatos no estado da Califórnia.

O que está acontecendo?
Uma das respostas mais fortes, dadas pelos cientistas, é que o risco ambiental nesta doença é igual ao risco genético.

Ao se falar em risco ambiental, devemos considerar 3 aspectos principais:

1- uso indiscreminado de antibióticos;

2- Vacinas múltiplas;

3- Contaminação química: Metais pesados e outros contaminantes

O que são metais pesados?

São metais de alto peso molecular que entram no organismo por inalação, ingestão ou exposição cutânea. São bioacomulados, que se podem unir a moléculas dentro do organismo e por serem de difícil excreção, vão passando através da cadeia alimentar; e quando os metais entram e se acomulam nos tecidos do organismo, mais rápido do que o organismo pode excretar, é criado um estado de intoxicação desenvolvendo assim danos aos tecidos e células nervosas.

Com certeza, estamos expostos aos metais pesados, mas a fragilidade nas crianças autistas e TDHA, são maiores, mas por que é tão alta?

Podemos citar diversos fatores :

Sistema imunológico comprometidos
Existem danos nas vias de detoxificação
Bio-acumulação de toxinas multiplas ( amalgámas dentárias.. )
Alta exposição ( vacinas, pintura de unha -esmalte...)
Exposição em fases críticas ao nascimento( pre e pos natal)

Como saber se seu filho tem intoxicação com metais?

Existem muitas possíveis manifestações, porém é difícil reconhecer pela simples observação, pois se requer uma analise de metais no cabelo. Exame que comprova estes contaminantes, principalmente o mércurio, alumínio, chumbo, cobre.

Estas intoxicações, se expressam em grande quantidade no comportamento dentro do espectro autista.

Como podemos eliminar os metais pesados?

Através de uma técnica chamada quelação, que consiste na remoção por meio de um quelante (íon químico) , fazendo com que estes, sejam excretados na urina e nas fezes.

A relação do Mércurio, como todos os outros são feitos através de um longo período, mas, com um tratamento nutricional e médico, podemos notar melhora na atenção, linguagem e motricidade, a fase do tratamento.
Os metais pesados e suas fontes principais de intoxicação, estão descritos na tabela abaixo:

Metal tóxico
Fontes principais
Aluminio (não é metal pesado)Latas, utensilios de cozinha, antitranspirantes, antiácidos

AntimonioUsado en pijamas, sabão, tendas resistentes ao fogo. Produtos antiparasitários

ArsénicoComo arsenato de cobre em conservadores de madeira para jogos infantis. fumaça de cigarro

CadmioPigmentos, pinturas, pilhas recarregáveis

NíquelBotões,zippers, instrumentos odontológicos. fumaça de cigarro

EstanhoPastas de dentes, pinturas corrosivas de embarcações marinhas provocando intoxicação de peixes e mariscos

ChumboAltamente tóxico!: provoca dano cerebral e do sistema nervoso.
Pinturas, combustão de hidrocarburadores. Agua em tubo de chumbo (parte hidrica em construções antigas )

MercurioAltamente Tóxico! Tanto a forma inorgánica como orgánica .
Pode cruzar a placenta e penetrar no cerebro do embrião provocando dano cerebral severo.
Mercurio inorgánico: minerio, incineração de dejectos médicos. Atividades industriais.
Mercurio orgánico: Consumo de salmão, atum, Amalgamas dentárias da gestante que passa para o feto.

Etilmercurio como conservante em vacinas principalmente múltiplas."

Realmente, a dieta SGSC é só o primeiro passo...


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Afinal, o que é comida orgânica?


Em dezembro de 2000, o National Organic Standards Board of the U.S. Department of Agriculture (USDA - departamento de agricultura dos Estados Unidos) estabeleceu um padrão nacional para o termo "orgânico". A comida orgânica, definida por como ela pode ser feita precisa ser produzida sem o uso de resíduos de fertilizantes, da maioria dos fertilizantes artificiais e pesticidas, da engenharia genética (biotecnologia), hormônios de crescimento, irradiação e antibióticos e não ser um alimento transgênico. Uma variedade de produtos pode ser produzida organicamente, incluindo frutas, grãos, carne, laticínios, ovos e comida processada. Além disso, um produto pressupõe manejo de solo e outras medidas.

Orgânico não significa natural. Não existe uma definição válida sobre o que podemos chamar de comida natural. De qualquer forma, a indústria alimentícia usa esse termo para indicar que um alimento foi minimamente processada e que ela não tem conservantes. As comidas naturais podem incluir alimentos orgânicos. Apenas as com a etiqueta "orgânica" têm sido certificadas como alimentos que estão, de acordo com os padrões orgânicos do USDA.

Por que ele é importante?

Segundo o USDA, a produção da comida orgânica diminui os custos dos fazendeiros, aumenta a confiança em recursos renováveis, captura mercados de alto valor e preços maiores, e aumenta o rendimento da fazenda. A agricultura orgânica também traz muitos benefícios para o meio ambiente:
  • ela promove a sustentabilidade, estabelecendo um equilíbrio ecológico para evitar problemas com a fertilidade do solo ou com pragas. A longo prazo, as fazendas orgânicas tendem a economizar energia e proteger o meio ambiente, mantendo uma harmonia ecológica;

  • ela melhora a biodiversidade ou a presença de várias espécies de plantas e/ou animais. Ter uma herança genética bastante diversa será útil no futuro, quando as características benéficas poderão ser aproveitadas, ou seja, ter uma mistura de plantações ajuda a manter organismos benéficos que auxiliam na gestão da polinização e de pragas;

  • pelo fato da agricultura orgânica ter práticas como a de rotação das plantações, associações simbióticas, proteção das plantações e lavoura mínima, o período durante o qual o solo fica exposto à erosão é menor, o que minimiza a perda de nutrientes e aumenta a produtividade do solo;

  • ao não usar pesticidas artificiais, a agricultura orgânica reduz a poluição da água e do solo;

  • a agricultura orgânica ajuda a minimizar o efeito estufa e o aquecimento global, devido a sua capacidade de retirar carbono do solo.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Dilema do Onívoro

Estou  fissurada por livros e aumentando meus conhecimentos sobre nutrição.
Por indicaçao de uma amiga, comprei o "Dilema do Onívoro". AMEI! A leitura é simples e fácil, e o conteúdo nos informa sobre a crise do aumento da obesidade dos EUA, por que e como isso aconteceu!



O livro explica a participação da indústria agrícola nos alimentos que chegam à nossa mesa, disseca o processamentos dos alimentos, o IMUNDO processo de criação de animais,  e ainda nos conta o processo de produção de alimentos do Mc Donald's.

Segue alguns trechos marcantes:

"Essa instalação se parece como uma cidade pré-moderna, sem espaço, imunda e mal-cheirosa, com o esgoto a céu aberto, ruas sem pavimentação e o ar tornado visível pela poeira. (...) A concentração de animais em meio à falta de higiene sempre foi uma receita para doenças. A única razão pela qual não ocorrem epidemias como nas cidades humanas medievais é o uso intensivo de antibióticos. (...) Essa alimentação da à carne a textura e o sabor que os consumidores norte-americanos passaram a gostar. No entanto, essa carne é menos saudável para nós, já que contem teor mais elevado de gorduras saturadas e menos ômega-3 do que as carnes do bovino alimentado no pasto. (...) Na medida em que se avança na compreensão desse sistema de produção, torna-se inevitável questionar se o que parece racional não é também uma loucura total".

"Daí, o caminho até o McDonald's é denso de truques apoiados em estudos de mercado e na "ciência da alimentação". Foi o esforço para aumentar a receita de cadeias de cinema que, depois de muitas experiências, levou à criação dos imensos sacos de pipoca e copos de soda que hoje estão presentes em todos os locais dos EUA, tendo as crianças como alvo principal. Três em cada cinco norte-americanos têm o peso mais elevado do que o recomendável, um em cada cinco é obeso, e cada criança nascida depois de 2000 tem 33% de possibilidades de desenvolver diabetes."

Após a leitura desse livro, fiquei ainda mais atenta aos alimentos que compro para minha casa, e tenho certeza que voces tambem se sensibilizaram com esse assunto.

Vale a pena ler esse livro!


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Os benefícios do alho na nossa alimentação


O alho (Allium sativum) é uma espécie herbácea originária da Ásia Ocidental e Europa, utilizada há milênios como tempero e medicamento. Suas primeiras referências foram citadas em quadros de barro da Suméria, datados de 2.600 a 2.100 a.C. Os antigos egípcios registraram no papiro de Ebers (1550 a.C.) mais de 800 fórmulas terapêuticas baseadas nesse vegetal, sendo que destas, 22 mencionavam a aplicação para o tratamento de problemas do coração.
Os efeitos farmacológicos do alho são atribuídos aos compostos orgânicos sulfurados, derivados do aminoácido cisteína, subdivididos em sulfóxidos de S-alilcisteína e γ-glutamil-S-alilcisteína. Já foram identificadas cerca de 30 substâncias com potencial efeito terapêutico. Os compostos sulfurados, presentes no alho estão em quantidades 3 vezes superiores aos de outros vegetais também ricos nestas substâncias, como a cebola e o brócolis.
A maioria dos componentes sulfurados não está presente nas células intactas. Quando o alho é amassado, partido, cortado ou mastigado ocorre uma interação entre os vários compostos, desencadeando reações químicas sequenciais, permitindo que a aliina entre em contato com a enzima aliinase e ocorra a formação do composto alicina. Como este composto é muito volátil, o consumo do alho deve ser imediato e de preferência sem que haja ação de calor.
Os compostos organossulfurados como S-alilcisteína, dialisulfi do, alicina e seus derivados, contribuem para a redução dos níveis de colesterol plasmático. Essas substâncias inibem a fosforilação da hidroximetilglutaril-Coa redutase, enzima envolvida na biossíntese desse lipídeo no fígado. Ainda, demonstram atividade antioxidante, capaz de inibir a peroxidação do LDL e retardar o desenvolvimento da aterosclerose. É relatado que a alicina reduz significativamente as taxas de fosfolipídeos e aumenta os níveis de HDL, auxiliando a remoção do colesterol em excesso.
Estudos verificaram que a alicina, em ensaio in vitro, promoveu um aumento de 8 vezes no nível de glutationa, substância celular importante na proteção das células perante à ação de radicais livres.
O alho está envolvido também na diminuição da pressão arterial tanto sistólica quanto diastólica. Autores sugerem que o possível mecanismo de ação se deva à inibição da enzima conversora da angiotensina (ECA).
Ainda não há consenso quanto à quantidade de alho que deve ser consumida para esses efeitos benéficos. Alguns órgãos de saúde nacionais e internacionais sugerem que a ingestão de 4g de alho cru ou 8mg do óleo volátil são suficientes para a prevenção de fatores de risco cardiovascular. A American Dietetic Association indica o consumo de 600 a 900mg de alho ao dia. Essas quantidades equivalem ao peso médio aproximado de 1 dente de alho cru.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Recaída na dieta SGSC

Pessoal,
hoje vim deixar um alerta para todos vocês que acompanham o blog e que estão seguindo fielmente a dieta SGSC!
CUIDADO COM OS "ESCORREGOES" NA DIETA!



Eu estou seguindo a dieta sem Glúten e Sem Caseína à aproximadamente dois meses e meio, e bastante comprometida, realmente não comi nada que havia esses componentes ( com exceção a barra de cereal que eu nem sabia que tinha Glúten). Ontem, completamente faminta e tomada pela TPM, acabei comendo dois pedaços de pizza de mussarela. Pensem só: um organismo que está a quase 3 meses sem G e C, de repente, recebe um dose alta de gordura, glúten e a alta dose de caseína contida na mussarela amarela.
MEU DEUS, passei mal a noite toda... Vomitei, tive diarréia, e agora, já na manhã do dia seguinte, ainda me sinto muito mal, com dor de barriga e o corpo mole. Já liguei para o meu médico e ele disse que se continuar assim, é para eu ir para o hospital.

Então peço a vocês, mães e pais, que estão monitorando a dieta de seus filhos, para ficarem muito atentos. Conforme minha nutricionista, depois de 40 dias sem receber tal tipo de nutriente, o organismo humano passa a ter dificuldades para digeri-lo. Acho que é o que aconteceu comigo, e que queria alertar a todos!!!!

Fiquem de olho na alimentação do seu filho e lembre-se que o organismo dele agora é diferente!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Alteração dos rótulos

Pois é, cada vez mais se encontram produtos "sem glúten" nas prateleiras dos supermercados. Quando a legislação obriga, as empresas começam a mudar de mentalidades... É já a partir de 2012 que a lei obriga à alteração dos rótulos, em  causa está a  presença de alergéneos.
No caso do glúten a partir de 20ppm, o rótulo terá de dizer "contém vestígios de glúten" 
e a partir de 100ppm, o rótulo terá de dizer "contém glúten".
E se o produto tiver menos de 20ppm poderá dizer "não contém glúten", embora a lei não obrigue a escrever isto, só se o produto for específico para dietas sem glúten.




sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Tentação - número 1

ok, quando eu comecei a minha dieta SGSC eu já sabia das minhas limitações e do que ia passar: natal sem guloseimas.
Ontem foi minha primeira provação: minha avó fez um lanche na casa dela para os bisnetos e eu fui ajuda-la a organizar. Chegando lá, me deparei com a mesa LOTADA de coisas gostosas:



Mas, sabendo disso, fiz o truque de me alimentar ANTES de sair de casa para não passar tanta vontade! Uma hora antes bati uma vitamina de frutas com quinua! 
Essa dica sempre dá certo: se você vai a uma lugar no qual acha que não terá a comida certa para você, se alimente bem antes de sair de casa!!!!!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A importancia de LER os rótulos

Pessoal,
como voces sabem, eu e a Cristina somos de Belo Horizonte.
Um dos maiores supermercados da cidade possui uma sessão bem diversificada de produtos sem glúten: bolos, pães, biscoitos doces e salgados.. tem de tudo!
Eu, que tenho uma rotina diária bem corrida e sem tempo para cozinhar, acabava sempre passando por lá para reabastecer minha geladeira. 



Até o dia que a Cristina me atentou para uma coisa: os produtos são SEM GLÚTEN, mas a maioria possui caseína!!!!!!! COMO EU NAO PENSEI NISSO??????????????????????? poxa, tanto tempo "sabotando" minha dieta sem nem saber disso!!!!!!
Mas isso é uma característica minha, sou pouco atenta a esses detalhes!!! Mas agora já entendi a necessidade de SEMPRE ler o rótulo dos alimentos que compro e consumo. Estou estudando bastante a relação nutriente x bem estar e então já entendo o que posso e devo comer!
Glúten, caseína,  muito açucar, gordura trans estão fora do meu cardápio!!!!! 


sábado, 18 de dezembro de 2010

Potencialização dos efeitos nocivos do Aspartame e do Glutamato

Toda dieta sem glúten e sem caseína que se fala para autistas, na realidade deve ser sem glútem, sem caseína, sem glutamato monossódico e sem aspartame. Fica meio comprido falar tudo isso, mas é o certo. No mínimo, ela tem que ser livre desses 4. Talvez fosse mais fácil falar 4free.
O glúten é a proteína do trigo, do centeio, da cevada e da aveia. Só nesses quatro cereais ele é encontrado. Qualquer alimento derivado deles, inclusive cerveja, é proibido.
A caseína é a proteína do leite animal. Em todo leite animal ela é encontrada. Restam os leites vegetais: soja, arroz, amêndoa, inhame, etc.
O glutamato monossódico é o famoso realçador de sabor. Está presente em quase todas as comidas prontas, que precisam dar uma ‘melhoradinha’, isto é, que seriam intragáveis sem ele.
O aspartame é um adoçante artificial, encontrado em doces, sucos e sorvetes industrializados.
Sobre o efeito do glúten e da caseína já falamos na página Dieta do Autista.
Quanto ao glutamato monossódico e ao aspartame, sabemos que devem ser evitados em dietas de autistas porque são excitotoxinas.  As excitotoxinas reagem com certos receptores do cérebro. Em excesso podem matar certos tipos de neurônios. Não precisamos disso.
Mas o pior sobre o glutamato e o aspartame, eu li hoje no livro CEM ANOS DE MENTIRA, do jornalista investigativo Randall Fitzgerald. Sobre eles e sobre tudo, diga-se de passagem. Fiquei traumatizada com a constatação do nível de intoxicação a que chegamos. Mudar para o mato já não resolve mais e como não podemos mudar de planeta o jeito é ir driblando esses efeitos.
Essa  é só uma das vezes que ele fala sobre o glutamato e o aspartame:
“Sinergia é uma ação simultânea de duas ou mais substâncias químicas (ou processos químicos), cujo efeito total resulta muito maior do que a mera soma dos efeitos individuais das partes envolvidas.
...
. Um estudo laboratorial foi conduzido, durante dois anos, na Universidade de Liverpool (Inglaterra), para analisar quatro aditivos alimentares comuns: o adoçante artificial aspartame, o glutamato monossódico (MSG), e os corantes artificiais quinolina amarela e azul brilhante. Constatou-se que todos eles interagiam sinergicamente de maneira a interferir com o desenvolvimento normal das células nervosas. As misturas entre esses aditivos mostraram-se capazes de produzir efeitos neurotóxicos sobre o crescimento das células nervosas até sete vezes mais potentes do que se as mesmas substâncias fossem utilizadas individualmente   de acordo com os resultados do estudo, publicados em 2005 pela revista científica britânica Toxicological Scienses (Ciências Toxicológicas). A combinação dos aditivos estudados foi encontrada, tipicamente, na circulação sanguínea de crianças imediatamente após a ingestão de um lanche acompanhado de refrescos.”
Ou seja, nem nós nem nossos filhos devemos consumir glutamato e aspartame. Caímos outra vez na mesma: comer comida, comer como antigamente. Tudo o mais natural possível. Felizes os ingleses que têm um Jamie Oliver para brigar por comida de verdade na merenda de suas crianças.
A gente chega lá!
Cristina

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Equilíbrio


Um ano novo vem por ai e tenho certeza que junto com ele surgem várias promessas: largar um vício, começar a academia, ler mais, fazer aquele curso, perder aqueles quilinhos...
Queria pedir a todas vocês que pensassem em EQUILÍBRIO. Que tal a promessa de 2011 se resumirmos em encontrar o tão famoso equilíbrio em todos os âmbitos da nossa vida?
Equilíbrio no trabalho: vale a pena tantas horas de trabalho enquanto seus filhos estão sozinhos em casa?
Equilíbrio nos relacionamentos: o amor é base para o bom relacionamento. Que tal ligar para aquele parente que você não conversa há anos, ou quem sabe dar uma segunda chance para aquela pessoa que já te machucou?
Equilíbrio no cuidado com o corpo: o mundo contemporâneo nos pede a perfeição a cada dia. Cremes novos, máquinas que eliminam gordura, plásticas... VALE A PENA? Aceite sua idade e faça o melhor que puder.. Cuide-se hoje!
E principalmente, o que é o ponto chave no nosso blog: EQUILÍBRIO NA ALIMENTAÇÃO.
Como disse Hipócrates: “Que o alimento seja seu único remédio”.
Tenho certeza que você vai tirar ótimas dicas aqui do blog, e contamos com sua opinião para postar novas idéias, de acordo com a sua dúvida.
Um beijo,
Marcela

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

De novo, a receita do GHEE

Essa é a receita que tinha sido postada no dia 11/11.
 O ghee é a manteiga clarificada, purificada, da qual foram retiradas todas as partes sólidas (glúten e caseína) e toda a água.
Como fazer:
Ingrediente: 1 pacote de manteiga sem sal
Coloque a manteiga para derreter em uma panela de fundo grosso sobre fogo bem baixo para evitar que queime, sem tampar.
À medida que a manteiga vai fervendo, uma espuma vai se formando em cima. Essa espuma vai ficando cada vez mais densa. O fundo da panela também vai ficando com uma camada de resíduos.
Quando já houver uma boa camada de espuma na superfície, tire a panela do fogo e despeje a manteiga em uma vasilha de vidro, de preferência uma jarra. Deixe esfriar mais ou menos ½ hora e tire a espuma que ficou por cima, com a ajuda de uma escumadeira. Vire o óleo lentamente em outra vasilha (por isso é melhor uma jarra) tendo o cuidado de não deixar misturar as impurezas que ficaram no fundo. Lave a panela e volte com o óleo para o fogo, para retirar alguma impureza que ainda tenha ficado.
O óleo de manteiga (ghee) deve ficar totalmente transparente, livre de qualquer impureza.
Se quiser pode passá-lo por um coador de pano ou por uma peneira com gaze.
Depois de frio, o ghee deve ser guardado em recipiente de vidro, com tampa. Pode ficar na geladeira ou em lugar fresco.
Se quiser, pode temperá-la com alho, cebola, sal, ervas, mostarda, limão, ou gotas de alguma bebida. Qualquer ingrediente que você colocaria na manteiga comum, pode ser acrescentado ao Ghee, que nesse caso, deve ser conservado na geladeira ou no freezer.

Cristina